Divagações

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Bem, isto de estar desempregado (para os números estou apenas de férias...) tem algumas vantagens.

Uma delas é poder estar à meia noite e meia de uma segunda-feira a escrever um texto sobre nada.

Escrever um texto sobre nada, têm que se lhe diga porque é necessário ter uma estrutura lógica e gramatical, mas ao mesmo tempo não chegar a conclusão nenhuma, nem mesmo levantar a mais pequena hipótese de fazer com que quem leia o texto fique a pensar nele seguidamente. Dando um exemplo mais claro, o nada é tudo aquilo que não nos pode vir à cabeça quando estamos a pensar. É algo que nunca possamos sentir durante qualquer tipo de actividade que possamos ter enquanto seres humanos (ou energumes, depende da espécie).

Que mais dizer sobre nada? Bem podemos sempre divagar sobre a sua problemática, a temática existencialista que pode ser gerada à volta do nada é bastante profunda, já que pode levar a questões de ordem metafisica para as quais eu não me sinto qualificado para responder e desta forma evito corromper a integridade do texto (sendo que o seu único objectivo era não levantar questões durante a discussão da problemática do nada).

Em suma o nada é algo que embora possa ser descrito em muitas letras, não pode ser explicado de forma convincente. É claramente algo digno de desempregados, políticos e jogadores de futebol.

2 comments :

António disse...

Só tu para meteres uma mensagem assim...

Maia

27 de janeiro de 2009 às 03:21  
Tito disse...

Mas divagar sobre a temática do nada é alguma coisa. É parvo! No entanto acho que devias aprofundar a tua ideia explanando toda a problemática do ser.

27 de janeiro de 2009 às 10:56  

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